A verdadeira alegria, mesmo nos adultos, é pura e inocente como a das crianças, e não se confunde com a euforia. São de naturezas bem diversas. A alegria pede eternidade (como disse Nietszche) enquanto a euforia pede saciedade. Assim a alegria consegue o que pede, pois os momentos de alegria repercutem no eterno. Já os momentos eufóricos, não se saciam e abrem um vazio que não se preenche jamais.
(Alma Welt)
23/01/2024
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